Supervisão de utilidades e equipamentos críticos

Identifique desvios antes que afetem custos, produtividade ou disponibilidade

Centralize dados, históricos e alarmes de energia, ar comprimido, água, refrigeração, vapor e equipamentos críticos para compreender o comportamento da operação e apoiar decisões técnicas, operacionais e financeiras.

A supervisão pode começar por uma única utilidade ou equipamento crítico e evoluir gradualmente conforme a necessidade da planta.

Acompanhe em um único ambiente as condições dos recursos que sustentam a produção.

Implantação gradualIntegração multimarcasDados e alarmes centralizados
Aplicação 1 de 3: visibilidade centralizada
Reconhecimento do problema

O que pode estar acontecendo sem visibilidade adequada

Uma utilidade pode continuar operando mesmo com consumo acima do esperado, perda de desempenho ou comportamento instável.

Sem acompanhamento contínuo, alguns desvios são percebidos somente quando já provocaram impacto sobre custos, processo ou disponibilidade.

A supervisão transforma dados dispersos em informações utilizáveis para identificar comportamentos anormais e responder com maior rapidez.

Sinais de que a operação precisa de mais visibilidade

  • aumento de consumo;
  • queda de pressão, vazão ou capacidade térmica;
  • instabilidade no processo;
  • falhas recorrentes;
  • atuação emergencial da manutenção;
  • perda produtiva;
  • parada de equipamentos;
  • dificuldade para identificar a causa do problema.
Dados para decidir

Mais visibilidade para decisões técnicas e financeiras

A solução permite acompanhar as condições relevantes da operação em um único ambiente. Com dados centralizados, torna-se possível comparar períodos, identificar comportamentos fora do padrão e trabalhar com uma base mais objetiva para decisões de operação, manutenção, engenharia e gestão.

A supervisão não substitui a análise técnica. Ela fornece dados para identificar perdas, priorizar intervenções e avaliar oportunidades de melhoria.

  • Visualizar o comportamento das utilidades
  • Comparar períodos e condições de operação
  • Identificar consumos fora do padrão
  • Acompanhar tendências
  • Registrar falhas e ocorrências
  • Configurar alarmes
  • Analisar recorrências
  • Apoiar decisões técnicas, operacionais e financeiras
Escalabilidade

Do monitoramento pontual à supervisão completa da planta

Não é necessário possuir uma grande central de utilidades para obter benefício com a supervisão. Um único compressor, chiller, conjunto de bombas ou medidor de energia pode justificar o monitoramento quando sua condição influencia a continuidade da produção, a qualidade do processo, o consumo, a confiabilidade, o tempo de diagnóstico ou o risco de parada.

A implantação pode começar pelos pontos mais críticos e ser ampliada conforme os resultados e novas necessidades forem identificados.

1

Monitoramento pontual

Supervisão de um equipamento ou variável crítica.

2

Supervisão setorial

Integração dos equipamentos responsáveis por uma área, linha ou processo.

3

Central de utilidades

Acompanhamento centralizado de múltiplos sistemas e recursos industriais.

4

Expansão gradual

Inclusão de novos equipamentos e variáveis conforme a necessidade da operação.

Aplicações

O que pode ser monitorado

Os exemplos abaixo mostram variáveis que podem ser acompanhadas e os tipos de problema ou decisão que essas informações ajudam a analisar.

AIRAr comprimido

Acompanhamento de pressão, vazão, temperatura, consumo, horas de funcionamento, estado dos compressores e condições de carga, alívio ou reserva.

Os dados ajudam a identificar quedas de pressão, operação fora do padrão, sobrecarga e comportamentos que possam indicar perdas ou necessidade de intervenção.

ELEEnergia elétrica

Monitoramento de demanda, consumo, potência, corrente, tensão, fator de potência e comportamento por período.

As informações podem apoiar análises de custo, identificação de picos e avaliação do impacto energético de equipamentos ou áreas da planta.

HVACRefrigeração e água gelada

Supervisão de chillers, bombas, torres, temperaturas de saída e retorno, pressão, vazão e condições de funcionamento.

Permite acompanhar a capacidade térmica disponível e identificar desvios que possam afetar máquinas, processos ou produtos.

H₂OÁgua e sistemas hidráulicos

Monitoramento de nível, vazão, pressão, consumo, reservatórios e estado das bombas.

A solução pode apoiar a identificação de falhas de abastecimento, funcionamento irregular e consumo fora do comportamento esperado.

THMVapor, gás e sistemas térmicos

Acompanhamento de pressão, temperatura, nível, consumo, estado de caldeiras, queimadores e alarmes operacionais.

Essas informações apoiam a identificação de condições críticas e a análise do comportamento térmico da operação.

CRTEquipamentos críticos e outros sistemas

Bombas, exaustores, sistemas de vácuo, geradores, subestações, ETA, ETE e outros equipamentos com impacto relevante sobre a produção.

A aplicação é definida conforme a criticidade, as variáveis disponíveis e as decisões que precisam ser apoiadas.

A viabilidade de integração depende da existência de sinais, sensores, comunicação ou interfaces tecnicamente acessíveis.

Benefícios práticos

Informações para agir antes que o impacto aumente

01

Identificação de desvios

A comparação entre condições atuais, históricos e limites definidos facilita a identificação de alterações de comportamento.

02

Alarmes centralizados

Condições críticas ou fora do padrão podem ser apresentadas em uma única interface, reduzindo a dependência de verificações exclusivamente locais.

03

Histórico operacional

O registro contínuo permite investigar eventos, compreender recorrências e correlacionar condições das utilidades com problemas no processo.

04

Maior capacidade de diagnóstico

A manutenção passa a dispor de informações sobre o que ocorreu antes, durante e depois de uma falha ou instabilidade.

05

Redução do tempo de resposta

A centralização dos estados, alarmes e informações relevantes permite identificar ocorrências e direcionar a atuação com maior rapidez.

06

Apoio à redução de perdas

Os dados podem ajudar a localizar desperdícios, consumos anormais e condições que comprometem eficiência ou disponibilidade.

07

Decisões mais objetivas

Operação, manutenção, engenharia e gestão passam a trabalhar com uma base comum de informações.

Demonstração ilustrativa

Exemplo visual de supervisão

As telas são configuradas conforme os equipamentos, variáveis e prioridades de cada operação. Os exemplos apresentados nesta seção são ilustrativos e não representam dados de uma planta real.

Dados e telas ilustrativos. Não representam uma planta real.

Compatibilidade com a planta

Aproveitamento da infraestrutura existente

A implantação não exige, necessariamente, a substituição dos equipamentos já instalados.

Sempre que tecnicamente viável, a solução pode aproveitar sensores, medidores, CLPs, inversores, controladores, redes industriais, bancos de dados e equipamentos com comunicação já disponíveis na planta.

  • sensores instalados;
  • medidores existentes;
  • CLPs;
  • inversores;
  • controladores;
  • relés inteligentes;
  • equipamentos com comunicação;
  • redes industriais;
  • sistemas de automação já implantados.

Instrumentação somente onde for necessária

Quando alguma variável necessária não estiver acessível, novos instrumentos podem ser adicionados apenas nos pontos necessários.

Validação antes da integração

Cada aplicação é validada considerando compatibilidade, disponibilidade dos sinais, segurança e impacto sobre os sistemas existentes.

Compatibilidade e integração

Tecnologias, protocolos e integração multimarcas

A solução pode integrar equipamentos de diferentes fabricantes por meio de sinais industriais, protocolos nativos, gateways, conversores e interfaces disponíveis.

A arquitetura é definida conforme os equipamentos existentes, as informações necessárias e os requisitos de disponibilidade da operação. O protocolo ou a ferramenta é um meio para tornar os dados acessíveis, e não o objetivo principal da solução.

Protocolos, sinais e redes

Comunicação direta ou por interfaces adequadas à infraestrutura disponível.

ModbusTCP/RTU
PROFINET
EtherNet/IP
I/OSinais analógicos e digitais
ETHRedes Ethernet
APIAPIs e interfaces acessíveis

Plataformas e dados

Tratamento, armazenamento e visualização das informações da supervisão.

Grafana
Node-RED
MySQL
Bancos de dados SQL
DBBancos de dados
HMIPlataformas de supervisão

Automação e integração

Ativos, interfaces e recursos usados para disponibilizar as informações necessárias.

CLPsInversoresControladoresMedidoresGateways industriaisConversores de protocolo

Os protocolos podem ser integrados diretamente ou por meio de gateways e conversores. A compatibilidade de cada aplicação é confirmada tecnicamente.

Etapas

Como funciona a implantação

Levantamento da operação

Identificação das utilidades, equipamentos críticos, variáveis disponíveis e principais dificuldades de acompanhamento.

Priorização

Definição dos pontos com maior impacto sobre consumo, produção, confiabilidade ou risco de parada.

Avaliação da infraestrutura

Verificação de sensores, medidores, CLPs, protocolos, redes e sistemas existentes.

Desenvolvimento

Criação das telas, históricos, alarmes, tendências e informações necessárias para cada perfil de usuário.

Integração e testes

Validação dos dados e do funcionamento da solução sem comprometer os sistemas existentes.

Expansão gradual

Inclusão de novas utilidades, equipamentos, áreas ou unidades conforme a necessidade.

Implementação desenvolvida

Aplicação real de supervisão industrial

Visibilidade centralizada sobre utilidades e condições operacionais

O vídeo apresenta uma aplicação real desenvolvida para integrar informações de água gelada, ar comprimido, energia e produção em uma única interface.

Aplicação real desenvolvida pela NextGen Automation 27 segundos · reprodução sob demanda · dados operacionais exibidos no vídeo

Problema identificado

A operação necessitava maior visibilidade sobre variáveis e condições distribuídas em diferentes sistemas, o que dificultava o acompanhamento centralizado, a identificação de desvios e a resposta rápida a ocorrências.

Intervenção realizada

Dados de campo e informações da automação foram integrados em uma plataforma com visualização centralizada das utilidades, acompanhamento em tempo real e indicação de estados e alarmes.

O vídeo mostra principalmente estados e representações de alarmes. Históricos e gráficos detalhados podem ser consultados nas funcionalidades específicas da plataforma.

Resultado operacional

A solução proporcionou maior visibilidade sobre a operação, centralização das informações, identificação mais rápida de desvios, redução do tempo de resposta, melhor capacidade de diagnóstico e menor dependência de verificações exclusivamente locais.

Expansão planejada

Implantação gradual e investimento proporcional à necessidade

O sistema pode começar por um único equipamento, uma utilidade ou uma área crítica.

Essa abordagem permite priorizar os pontos de maior impacto, reduzir o investimento inicial, validar a aplicação, diminuir o impacto da implantação, aproveitar recursos existentes e ampliar a solução de forma planejada.

Comece pelo ponto crítico

Priorize o equipamento, utilidade ou área com maior impacto sobre a operação.

Valide a aplicação

Acompanhe os dados e resultados antes de definir as próximas etapas da expansão.

Amplie de forma planejada

Inclua novas variáveis, equipamentos e áreas conforme a necessidade e a viabilidade técnica.

Viabilidade econômica

Avaliação de retorno baseada na operação

A supervisão fornece dados para identificar oportunidades e acompanhar os resultados das ações implementadas.

O payback depende das condições de cada operação, das perdas existentes e das melhorias efetivamente realizadas.

O retorno pode ser analisado considerando:

  • consumo fora do padrão;
  • horas de indisponibilidade;
  • perdas produtivas;
  • falhas recorrentes;
  • tempo gasto em diagnóstico;
  • intervenções emergenciais;
  • desperdício de energia, água, ar comprimido ou outros recursos.
Serviço complementar

Sua necessidade está mais ligada a falhas recorrentes, instabilidades ou apoio técnico em automação?

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Avaliação técnica inicial

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Preencha os dados abaixo para avaliarmos as possibilidades de supervisão da sua operação.

Escopo dimensionado conforme sua necessidadePossibilidade de começar por um único equipamentoAvaliação de compatibilidade com a infraestrutura existente

* Campos obrigatórios. Ao enviar, nossa equipe entrará em contato para compreender a aplicação e avaliar a viabilidade técnica.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

É necessário possuir uma central de utilidades?

Não. A supervisão pode ser aplicada desde um único equipamento crítico até uma estrutura completa com múltiplas utilidades.

É possível utilizar os equipamentos e sensores existentes?

Sim, quando os sinais, protocolos ou interfaces disponíveis permitirem a integração. A infraestrutura deve ser avaliada tecnicamente.

Preciso substituir meu sistema atual?

Não necessariamente. A prioridade é integrar e aproveitar a estrutura existente sempre que isso for tecnicamente viável e seguro.

É possível integrar equipamentos de fabricantes diferentes?

Sim. A integração pode ocorrer por protocolos nativos, sinais industriais, gateways, conversores e outras interfaces disponíveis, após validação de compatibilidade.

É possível começar com poucos equipamentos?

Sim. A implantação pode começar pelos pontos mais críticos e ser ampliada gradualmente.

O sistema gera alarmes?

Sim. Podem ser configurados alarmes para falhas, limites operacionais, condições anormais e outras situações relevantes para a operação.

É possível acessar históricos e tendências?

Sim. As variáveis selecionadas podem ser registradas para análise de comportamento, eventos e recorrências.

A supervisão reduz o consumo automaticamente?

A supervisão identifica desvios e fornece informações para apoiar ações de melhoria. A redução depende das correções e decisões adotadas pela operação.

É possível avaliar o payback?

Sim. A estimativa pode considerar perdas atuais, consumo, indisponibilidade, falhas recorrentes, tempo de diagnóstico e outros custos relacionados à operação.