Monitoramento pontual
Supervisão de um equipamento ou variável crítica.
Centralize dados, históricos e alarmes de energia, ar comprimido, água, refrigeração, vapor e equipamentos críticos para compreender o comportamento da operação e apoiar decisões técnicas, operacionais e financeiras.
Acompanhe em um único ambiente as condições dos recursos que sustentam a produção.
Uma utilidade pode continuar operando mesmo com consumo acima do esperado, perda de desempenho ou comportamento instável.
Sem acompanhamento contínuo, alguns desvios são percebidos somente quando já provocaram impacto sobre custos, processo ou disponibilidade.
A supervisão transforma dados dispersos em informações utilizáveis para identificar comportamentos anormais e responder com maior rapidez.
A solução permite acompanhar as condições relevantes da operação em um único ambiente. Com dados centralizados, torna-se possível comparar períodos, identificar comportamentos fora do padrão e trabalhar com uma base mais objetiva para decisões de operação, manutenção, engenharia e gestão.
A supervisão não substitui a análise técnica. Ela fornece dados para identificar perdas, priorizar intervenções e avaliar oportunidades de melhoria.
Não é necessário possuir uma grande central de utilidades para obter benefício com a supervisão. Um único compressor, chiller, conjunto de bombas ou medidor de energia pode justificar o monitoramento quando sua condição influencia a continuidade da produção, a qualidade do processo, o consumo, a confiabilidade, o tempo de diagnóstico ou o risco de parada.
A implantação pode começar pelos pontos mais críticos e ser ampliada conforme os resultados e novas necessidades forem identificados.
Supervisão de um equipamento ou variável crítica.
Integração dos equipamentos responsáveis por uma área, linha ou processo.
Acompanhamento centralizado de múltiplos sistemas e recursos industriais.
Inclusão de novos equipamentos e variáveis conforme a necessidade da operação.
Os exemplos abaixo mostram variáveis que podem ser acompanhadas e os tipos de problema ou decisão que essas informações ajudam a analisar.
Acompanhamento de pressão, vazão, temperatura, consumo, horas de funcionamento, estado dos compressores e condições de carga, alívio ou reserva.
Os dados ajudam a identificar quedas de pressão, operação fora do padrão, sobrecarga e comportamentos que possam indicar perdas ou necessidade de intervenção.
Monitoramento de demanda, consumo, potência, corrente, tensão, fator de potência e comportamento por período.
As informações podem apoiar análises de custo, identificação de picos e avaliação do impacto energético de equipamentos ou áreas da planta.
Supervisão de chillers, bombas, torres, temperaturas de saída e retorno, pressão, vazão e condições de funcionamento.
Permite acompanhar a capacidade térmica disponível e identificar desvios que possam afetar máquinas, processos ou produtos.
Monitoramento de nível, vazão, pressão, consumo, reservatórios e estado das bombas.
A solução pode apoiar a identificação de falhas de abastecimento, funcionamento irregular e consumo fora do comportamento esperado.
Acompanhamento de pressão, temperatura, nível, consumo, estado de caldeiras, queimadores e alarmes operacionais.
Essas informações apoiam a identificação de condições críticas e a análise do comportamento térmico da operação.
Bombas, exaustores, sistemas de vácuo, geradores, subestações, ETA, ETE e outros equipamentos com impacto relevante sobre a produção.
A aplicação é definida conforme a criticidade, as variáveis disponíveis e as decisões que precisam ser apoiadas.
A viabilidade de integração depende da existência de sinais, sensores, comunicação ou interfaces tecnicamente acessíveis.
A comparação entre condições atuais, históricos e limites definidos facilita a identificação de alterações de comportamento.
Condições críticas ou fora do padrão podem ser apresentadas em uma única interface, reduzindo a dependência de verificações exclusivamente locais.
O registro contínuo permite investigar eventos, compreender recorrências e correlacionar condições das utilidades com problemas no processo.
A manutenção passa a dispor de informações sobre o que ocorreu antes, durante e depois de uma falha ou instabilidade.
A centralização dos estados, alarmes e informações relevantes permite identificar ocorrências e direcionar a atuação com maior rapidez.
Os dados podem ajudar a localizar desperdícios, consumos anormais e condições que comprometem eficiência ou disponibilidade.
Operação, manutenção, engenharia e gestão passam a trabalhar com uma base comum de informações.
As telas são configuradas conforme os equipamentos, variáveis e prioridades de cada operação. Os exemplos apresentados nesta seção são ilustrativos e não representam dados de uma planta real.
Dados e telas ilustrativos. Não representam uma planta real.
Exemplo 1 de 6
A implantação não exige, necessariamente, a substituição dos equipamentos já instalados.
Sempre que tecnicamente viável, a solução pode aproveitar sensores, medidores, CLPs, inversores, controladores, redes industriais, bancos de dados e equipamentos com comunicação já disponíveis na planta.
Quando alguma variável necessária não estiver acessível, novos instrumentos podem ser adicionados apenas nos pontos necessários.
Cada aplicação é validada considerando compatibilidade, disponibilidade dos sinais, segurança e impacto sobre os sistemas existentes.
A solução pode integrar equipamentos de diferentes fabricantes por meio de sinais industriais, protocolos nativos, gateways, conversores e interfaces disponíveis.
A arquitetura é definida conforme os equipamentos existentes, as informações necessárias e os requisitos de disponibilidade da operação. O protocolo ou a ferramenta é um meio para tornar os dados acessíveis, e não o objetivo principal da solução.
Comunicação direta ou por interfaces adequadas à infraestrutura disponível.
Tratamento, armazenamento e visualização das informações da supervisão.
Ativos, interfaces e recursos usados para disponibilizar as informações necessárias.
Os protocolos podem ser integrados diretamente ou por meio de gateways e conversores. A compatibilidade de cada aplicação é confirmada tecnicamente.
Identificação das utilidades, equipamentos críticos, variáveis disponíveis e principais dificuldades de acompanhamento.
Definição dos pontos com maior impacto sobre consumo, produção, confiabilidade ou risco de parada.
Verificação de sensores, medidores, CLPs, protocolos, redes e sistemas existentes.
Criação das telas, históricos, alarmes, tendências e informações necessárias para cada perfil de usuário.
Validação dos dados e do funcionamento da solução sem comprometer os sistemas existentes.
Inclusão de novas utilidades, equipamentos, áreas ou unidades conforme a necessidade.
Visibilidade centralizada sobre utilidades e condições operacionais
O vídeo apresenta uma aplicação real desenvolvida para integrar informações de água gelada, ar comprimido, energia e produção em uma única interface.
A operação necessitava maior visibilidade sobre variáveis e condições distribuídas em diferentes sistemas, o que dificultava o acompanhamento centralizado, a identificação de desvios e a resposta rápida a ocorrências.
Dados de campo e informações da automação foram integrados em uma plataforma com visualização centralizada das utilidades, acompanhamento em tempo real e indicação de estados e alarmes.
O vídeo mostra principalmente estados e representações de alarmes. Históricos e gráficos detalhados podem ser consultados nas funcionalidades específicas da plataforma.
A solução proporcionou maior visibilidade sobre a operação, centralização das informações, identificação mais rápida de desvios, redução do tempo de resposta, melhor capacidade de diagnóstico e menor dependência de verificações exclusivamente locais.
O sistema pode começar por um único equipamento, uma utilidade ou uma área crítica.
Essa abordagem permite priorizar os pontos de maior impacto, reduzir o investimento inicial, validar a aplicação, diminuir o impacto da implantação, aproveitar recursos existentes e ampliar a solução de forma planejada.
Priorize o equipamento, utilidade ou área com maior impacto sobre a operação.
Acompanhe os dados e resultados antes de definir as próximas etapas da expansão.
Inclua novas variáveis, equipamentos e áreas conforme a necessidade e a viabilidade técnica.
A supervisão fornece dados para identificar oportunidades e acompanhar os resultados das ações implementadas.
O payback depende das condições de cada operação, das perdas existentes e das melhorias efetivamente realizadas.
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Preencha os dados abaixo para avaliarmos as possibilidades de supervisão da sua operação.
Não. A supervisão pode ser aplicada desde um único equipamento crítico até uma estrutura completa com múltiplas utilidades.
Sim, quando os sinais, protocolos ou interfaces disponíveis permitirem a integração. A infraestrutura deve ser avaliada tecnicamente.
Não necessariamente. A prioridade é integrar e aproveitar a estrutura existente sempre que isso for tecnicamente viável e seguro.
Sim. A integração pode ocorrer por protocolos nativos, sinais industriais, gateways, conversores e outras interfaces disponíveis, após validação de compatibilidade.
Sim. A implantação pode começar pelos pontos mais críticos e ser ampliada gradualmente.
Sim. Podem ser configurados alarmes para falhas, limites operacionais, condições anormais e outras situações relevantes para a operação.
Sim. As variáveis selecionadas podem ser registradas para análise de comportamento, eventos e recorrências.
A supervisão identifica desvios e fornece informações para apoiar ações de melhoria. A redução depende das correções e decisões adotadas pela operação.
Sim. A estimativa pode considerar perdas atuais, consumo, indisponibilidade, falhas recorrentes, tempo de diagnóstico e outros custos relacionados à operação.